Nosso eu ideal pode ser como quisermos, não importa. O importante é saber quem de fato somos e o que transmitimos aos demais.
Crescemos ouvindo como é o ser ideal. Ouvimos de nossos pais e familiares quais os comportamentos e ideais, ou melhor, aquilo que não podemos ou devemos fazer. Ouvimos tantos nãos que fica difícil saber o que podemos ser ou fazer.
Nos pais são sábios em seus conselhos, mas a escolha de quem queremos ser deve ser nossa. Pois, quando tentamos ser o que esperam de nós, ficamos mais longe do nosso eu real.
Por isso pergunte a você mesmo, se o que está fazendo hoje te deixa mais perto de onde quer estar ou de quem quer ser amanhã.
Leve com você só o que for bom. Leve com você apenas o que lhe acrescentar. Leve com você a leveza de ser quem quer ser. Afinal, bom é quando descobrimos que ser nós mesmos é ser o melhor.
Lucilene Ramos.
Especialista em gestão de recursos humanos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário